cheio de cartas, amores, desamores,
esperanças, dúvidas...
E outros mil sonhos e desencantos...

Todos os dias abro-o por curiosidade...
Às vezes, quando penso que já não há
mais nada, abro novamente e me deparo
com criaturas vivas, cheias de palavras,
laços, embaraços inconscientes,
espelhos e almas tocantes...
O baú da minha alma.
Fonte inesgotável...
Mas o que eu não havia percebido é que,
sem querer, todos os dias, coloco coisas
novas nele...
Renovo-o! Agora entendi o porquê da
sua infinidade...
Repleto de pensamentos e sentimentos...
Uma verdadeira contemplação!
(Autor Desconhecido)
















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