Sou poeta sem jeito
Pulando dentro do peito
Canta o pobre coração
Recita a poesia de verão
É poeta pirado
Perdido e achado
Nas rodas do mundo
Perdido e sem fundo
É poeta de araque
Sem defesa ou ataque
De coração na mão
Meio luz, meio escuridão
É como dizem os antigos
Preciso de amigos
Porque poeta sem amor
É como água com cor.
(Autor: Jonas Carneiro Silva)
















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