
como um curativo para certas feridas.
Nada que o tempo faça é sem algum porque,
o porque está no seu destino.
Da mesma forma que o tempo nos priva de certas coisas,
ele nos concede outras.
As vezes um amigo novo,
ou uma nova forma de encarar uma amizade,
ou também uma nova forma de encarar essa fase da vida.
O tempo nos cura de sentimentos e mágoas passadas,
pois quando, o tempo passa,
nós temos vontade de reaver a situação
em que essas feridas foram criadas,
afim de consertar de certo modo,
como um arrependimento escondido,
uma forma de reparar os seus erros.
Não gostamos de assumir nossos erros,
muito menos de aceitar os dos outros,
quando, muitas vezes,
nós mesmos somos o motivo desse erro,
e por consequiência justa,
nós saimos prejudicados.
Nunca é tarde pra um pedido de desculpas,
como não é certo deixar de aceitar
essas desculpas do próximo.
Errar é humano,
compreender esse erro,
seja seu ou do próximo,
é solidariedade consigo mesmo.
É a beleza interna,
é o semear da vida,
com o motivo certo de colhê-lo bem mais tarde.
Não conseguimos enxergar os pontos da vida
quando os ganhamos,
mas faz muita diferença
quando um ponto desses é perdido.
Não erre por errar,
mas não deixe de consertar
caso ele seja impossível
de ser cometido ou revertido.
Deixe a ajuda do tempo a seu favor,
espere décadas se for preciso,
mas nunca deixe o caminho de sua vida com essa pedra,
pois atrás de nós,
virão outros, no mesmo caminho de nossas vidas.
Com alguns desvios as vezes,
mas o caminho é um só,
a meta a cumprir é a mesma para todos.
(Autor: Maggito)
















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