
Category: Books
Genre: Literature & Fiction
Author: Nora Roberts
Sinopse: Após 10 anos, Rafe Mackade retorna a Antietam, sua cidade natal. O rapaz rebelede, sexy e irresistível tornou-se um homem de sucesso, com dinheiro no bolso e muitos planos para o futuro. Para começar, acabara de realizar seu grande sonho: comprar a antiga mansão Barlow. Considerada uma casa mal-assombrada, Rafe planeja restaurá-la nos mínimos detalhes: estrutura, pintura e principalmente, decoração de época. Para essa tarefa, conta com a ajuda da bela Regan Bishop, dona de um antiquário local e tão rebelde quanto Rafe.
Além de contratar os serviços de Regan, Rafe também está muito interessado em arrumar espaço em sua vida atribulada para mais um desafio: conquistar aquela mulher arredia. Mas Regan não está disposta a ceder aos caprichos de um homem pecaminosamente lindo. Ainda que esteja se apaixonando por ele ...
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Sempre ouvi falar sobre os Irmãos MacKade – Jared, Rafe, Devin e Shane – mas não tinha tido o prazer de ser apresentada a eles. Aproveitei a Maratona de Banca para remediar essa situação. E acabei conquistada!
O livro traz o retorno de Rafe à sua cidade natal depois de 10 anos. Ele volta rico, lindo e proprietário da Mansão Barlow, um marco histórico da cidade que está abandonado exatamente por ser considerada assombrada.
Já na chegada ele conhece Regan e já se interessa por ela. Claro que aproveita para contratá-la como decoradora da casa que pretende reformar e transformar em pousada. Além de perceber que ela é uma ótima profissional, é uma maneira de se aproximar dela e conquistá-la com seu charme MacKade!
O livro é interessante pois traz um vislumbre dos outros irmãos e, lógico, nos faz ficar interessada no que vai acontecer na vida deles! Nora tem essa capacidade de aguçar nossa curiosidade e nos prender nas teias de suas histórias de tal forma que só quando terminamos todos os livros de uma série ou trilogia é que ficamos satisfeitos!
Rafe e Regan são ambos muito teimosos e a convivência entre eles não é fácil. Dois cabeças duras que não querem reconhecer os sentimentos que têm um pelo outro! Tinha horas que sentia vontade de gritar com eles... mas a história é boa.
Mas tenho de ressaltar um fato que me aconteceu durante a leitura. Tudo corria bem quando, de repente, a tradutora simplesmente enlouqueceu! Sem mais, nem menos a tradução degringolou de tal forma que a obra foi totalmente deturpada! Quero ler no original para ver onde ela encontrou tanto O homem fez/disse/ficou triste... ou então tanto A mulher pensou/chorou... ou então A moça... Ficou parecendo que, subitamente, os pronomes foram abolidos da língua portuguesa ou, então, foram proibidos de ser usados por algum decreto. Quero ver se a Nora realmente fez isso no original, pois ficou horrível de se ler e perdi todo o prazer na história.
[...]
Em vez de responder, ele curvou-se e lavou o rosto com a água glacial. Regan ficou sem graça.
- Desculpe, Rafe. Está doendo?
O homem pegou uma toalha desfiada e enxugou o rosto… (pág. 123)
[...]
- Não espere que eu a detenha. – Quando o homem avançou, Regan saltou para trás feito uma mola. – É só a cerveja – resmungou erguendo a garrafa… (pág. 129)
[...]
“A moça tentou não se sentir magoada com aquilo, tentou entender. (pág. 221)
















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