Folclore do Norte

 

Muito marcado pela influência indígena. Muitos contos e lendas surgiram da imaginação e sabedoria dos povos indígenas da região. São típicas da região as seguintes lendas: Boto Cor-de-Rosa, Iara, Vitória-Régia, lenda da Mandioca e Uirapuru. As festas e danças típicas do norte são: Carimbó, Ciranda, Boi-Bumbá e Marujada.

 

Folclore do Nordeste

 

Muito rico e diversificado, o folclore nordestino é um dos mais importantes aspectos culturais da região. Nos contos e lendas, são transmitidos valores, crenças, comportamentos e elementos imaginários do povo nordestino. Cirandas: este tipo de dança folclórica cantada é muito comum no Nordeste, principalmente em Pernambuco. Nestas cirandas participam crianças e também adultos. Bumba-meu-boi: surgiu no Nordeste e espalhou-se para a região norte do país. Com muita música, dança e brincadeira, é um dos mais representativos espetáculos do folclore nordestino. O evento gira em torno de uma carcaça de boi decorada, conduzida por um homem, que faz coreografias que são seguidas pelos outros participantes. Não podemos deixar de destacar também a importância do frevo e do maracatu.

 

Folclore do Centro-Oeste

 

As lendas mais comuns na região Centro-Oeste do Brasil são: Ramãozinho, Saci-pererê, Lobisomem e Pé-de-garra. Com relação às festas tradicionais, podemos destacar: carvalhada, festas juninas e touradas. As dança folclóricas são: congada, folia de reis, tapiocas, cururu e tambor.

 

Folclore do Sudeste

 

Na região Sudeste, podemos destacar várias lendas e contos folclóricos. Estes contos estão ligados à cultura da região e servem como elementos de entretenimento ou de divulgação da sabedoria popular. As lendas que mais se destacam na região são: Saci-pererê, curupira, boitatá e mãe-de-ouro. Com relação às danças folclóricas do Sudeste, podemos destacar: Batuque, Catira (Cateretê), Cana-verde, Caxambu, Jongo, Quadrilha e Fandango.

 

Folclore do Sul

 

O folclore da região possui possuí uma interessante miscigenação de elementos culturais indígenas, africanos e europeus (principalmente portugueses, alemães e italianos). As danças são muito importantes no folclore da região. Podemos citar como exemplos de danças folclóricas do sul do país: chula, baião, congada, cateretê, pau de fitas, marujada, chimarrita e jardineira. Já com relação as lendas folclóricas, são mais comuns na região: boitatá, lenda do Sapé, Negrinho do Pastoreio, Tiaracajú, Saci-Pererê e Curupira.

(Fonte: suapesquisa.com)

 

domingo, 31 de janeiro de 2016

O Uso das Máscaras


As máscaras surgiram em 30.000 anos A.C. onde era fabricada e ornamentada para ser usada em celebrações, cultos e rituais de povos primitivos. 

No Egito Antigo, as máscaras eram usadas na crença da passagem para a vida eterna. Colocavam uma máscara na face dos mortos. 

Os Gregos usavam as máscaras em cerimônias religiosas. 

Na China, as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos. Desde o início do século XX, as máscaras eram usadas no Teatro Oriental, máscara como parte do figurino de suas peças. 

Já no Teatro Ocidental, as máscaras traduziam as expressões de alegria e de tristeza, representando os sentimentos do personagem de um rei, de um guerreiro.

 Na Itália eram usadas pelos "bobos da corte", artistas do riso, transformaram-se em Arlequim, Pulcinella, Pierrot e Colombina, personagens que inspiraram o Carnaval de Veneza.

No século XV, os historiadores registram o "Ball Masquê", como o primeiro baile de máscaras. No Ball Masquê o uso de máscaras era obrigatório e satisfatório devido a constantes conflitos políticos. Os cortesãos mascarados faziam brincadeiras, confiantes no anonimato, extravasando todos os seus impulsos reprimidos, libertando-os das normas sociais. 

Em Veneza, as máscaras tornaram-se peças decorativas, transformando-se em principal atividade econômica para a região.

(Fonte: carnaxe.com.br)

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