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ORAÇÃO DA FLORESTA SAGRADA

Força da floresta sagrada,
Milenar moradia dos meus ancestrais,
Desperta hoje em mim vosso conforto...
Força da sagrada floresta,
Milenar guardiã dos segredos astrais,
Desperta em mim a paciência divina...
Força da floresta silenciosa ao amanhecer,
Milenar moradia de animais sagrados,
Desperta em mim a
forma natural e original...
Floresta interior,
guardiã do meu Eu verdadeiro,
Milenar conhecedora das
minhas dores desnecessária,
Desperta em mim a lógica e o
desprendimento natural...
Força da Floresta sagrada,
Milenar templo, onde irmãos
levantam seus rezos,
Desperta em mim o canto de vitória,
sobre minhas lutas pessoais...
Força da Floresta sagrada sou cipó,
madeira, animais, água, vento...
Sou sua face Natureza Divina...
Não faço planos, sigo intuitivo como tu
Não me preocupo, sei que a
chuva vem sem tardar!
Sou sua face Natureza Divina...
Sou sua Natureza Divina
Sou Natureza Divina
Sou perfeito em minhas
imperfeições naturais
Sou o canto alto do pássaro
demarcando minha aceitação
Neste presente estar!

(Autora: Lady Ikisha)




domingo, 31 de janeiro de 2016

História das Fantasias

Os três personagens mais famosos do Carnaval nada têm de brasileiros, mas, após anos pulando folia do lado de cá do Atlântico, o Pierrô, o Arlequim e Colombina já aderiram à festa tupiniquim.


O Pierrô, o Arlequim e a Colombina são personagens da Commedia dell’Arte italiana nascidos no século XVI. Nela, os atores representavam improvisando e usavam o idioma local — em contraste com as peças da nobreza que eram ensaiadas e representadas em latim. Em alguns casos, os personagens chegavam a usar máscaras.

Apresentadas nas ruas e praças, as histórias encenadas eram uma sátira à vida e aos costumes da sociedade. O ponto alto das apresentações acontecia durante o carnaval na Europa. Na Itália renascentista, o início oficial do carnaval era um desfile com máscaras pelas ruas da cidade. A popularização das máscaras e fantasias, no entanto, só ocorreu a partir do século XIX. Algumas das pessoas usavam as mesmas máscaras que os personagens da Commedia dell’Arte usavam em cena.

No Brasil, a comemoração do carnaval começou em meados do século XVII com o “Entrudo”, festa pouco semelhante com o carnaval atual. A festa só evoluiria no século XIX, quando as classes mais ricas comemoram a folia dentro de salões.

Os personagens mais populares
Outros personagens também faziam parte das encenações da Commedia dell’Arte, mas o Pierrô, o Arlequim e a Colombina eram os mais queridos. Sua popularidade pode ser explicada por eles serem serviçais e estarem envolvidos em um triângulo amoroso: o Pierrô e o Arlequim amam a Colombina, que ama o Arlequim.
Cantados nos versos da marchinha de Noel Rosa, o Pierrô é dono de um temperamento triste e desconsolado. É visto como um bobo e, por isso, sempre é vítima de piadas de seus companheiros de cena. Normalmente, o personagem usa roupas largas e brancas, e tem o rosto branco desenhado com uma lágrima abaixo dos olhos.
Já o Arlequim é o oposto: espirituoso, ágil e feliz. De comportamento anárquico, estava sempre com fome e sem dinheiro. No começo da Commedia dell’Arte era de uma ingenuidade primitiva, mas, conforme o passar dos anos, se tornou um personagem mais sofisticado. É representado usando um traje com polígonos coloridos.

Em geral, a Colombina aparece como uma serva ou empregada de alguma dama, e é caracterizada como uma moça bonita, inteligente e de humor rápido e irônico. Além de ser amante do Arlequim, ela se parece muito com ele. Tanto que, em alguns casos, começou a ser representada com uma roupa semelhante a do Arlequim — em vez de vestido. Colombina é a única mulher que pode ser interpretada usando máscara.

(Fonte: opiniaoenoticia.com.br)

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